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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

O que é a tal química?

 






 Todo mundo diz que para sentir atração por alguém e para que uma relação dê certo precisa existir a tal da química. Mas o que isso significa? Muita gente diz isso sem ao menos refletir sobre o  que seja...
Primeiro vamos pensar e analisar o significado da palavra química:  é a ciência que se dedica ao estudo da matéria, levando em conta a sua composição, as reações e as transformações.”    Eu arriscaria a dizer com minhas palavras que é a combinação de elementos que dão origem a uma reação e a um terceiro elemento. Mas vamos para outra definição:
 Química do amor: são as reações que ocorrem nas pessoas, quando estas sentem afinidade por alguém. É uma sintonia, uma atração, que faz vibrar os pensamentos e os sentimentos de afeto e de carinho.”
 

Mas voltemos para a definição acima, utilizando as palavras reações e transformações. Elas são causadas quando imediatamente nos identificamos com tal pessoa que nos provocou sensação de satisfação, mesmo sem ao menos ter trocado uma palavra com elas! Sim, isso é possível! A tal química a que nos referimos tem a ver com afinidade, compatibilidade, sintonia, empatia, combinação. O que nos leva a nos sentirmos compatível com alguém? A atração em comum, os gostos, objetivos e expectativas, mesmo nível de cultura ou de personalidade e forma de pensar, de ver o mundo, a vida e as pessoas. Geralmente buscamos alguém compatível em quase ou em 100%, mas não acredito que  se possa atingir essa meta redondinha, sempre ficaria faltando algo, mas o importante é que em pelo menos encontremos uns 90%  desses requisitos nas pessoas que buscamos  para que a relação sequer comece e funcione.
Há quem acredite que seja possível se apaixonar por alguém que “não faz nosso tipo”, até é, não descarto, porém hoje em dia há muita coisa que guia o desejo e o afeto, que exerce uma forte influencia nas escolhas dxs  parceirxs  e é uma ideia muito romântica  e perigosa afirmar através daquelas frases clichês que toda panela tem sua tampa, que sempre existe um chinelo velho pra um pé cansado... cada pessoa tem um ritmo e uma facilidade ou dificuldade para encontrar ou se ligar a alguém, portanto nada é nem deve ser padronizado.  Tem pessoas que acham que  pessoas bonitas só podem se relacionar com outras pessoas bonitas, brancos com brancos, negros a mesma coisa, mas não é bem por aí. Do meu ponto de vista por exemplo, uma pessoa com baixa auto estima não poderia em  hipótese alguma estar com outra que também estivesse no mesmo patamar. Tem gente que pensa que ajuda, alguém que se sente constantemente rejeitado estando com outra pessoa nas mesmas condições, mas ao invés de ajudar pode atrapalhar e gerar conflitos, pois a pessoa que já  se sentir um pouquinho mais “bem resolvida” pode ganhar poderes e transformar a relação em regime de dominação e serventia, ou seja, submeter o outro a chantagens em função de sua dificuldade de ter alguém, só pra conseguir ter suas vontades satisfeitas, o que não é legal, e duas pessoas mais visadas devido à beleza pode  gerar competição de ego e status e a relação virar um caos em meio à guerra de vaidade. Por isso pelo menos pra mim, o ideal seria tentar manter  um equilíbrio e um contraste, pessoas mais inseguras merecem ter alguém mais seguro pra se sentirem mais acolhidas, o que as ajudaria a superar suas dificuldades de auto aceitação,  pessoas de etnias diferentes se unirem para não perpetuar a segregação e aprender a apreciar a beleza e características que o diferem do outro, magros com gordos, altos com baixinhos, e por aí vai. É claro que buscamos principalmente alguém compatível não somente nas ideias, mas também nos traços, estatura e biótipos, mas eu digo que nem toda escolha precisa ser tão severa,  mecânica e consequentemente excludente o que leva a um processo de discriminação e marginalização e precisamos ter atenção e cuidado com isso. É uma questão de abrirmos mais nossa mente para novas possibilidades e parar de abraçar fielmente os padrões de beleza aceitável que o sistema e sociedade nos  impõem. O importante é se sentir bem com a pessoa e fazer bem à ela.
 




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