Dica importante: Respeitem os comentários alheios, não ofender. Se quiser fazer alguma critica ou sugestão, faça de maneira construtiva, e não agressiva.INTERAJAM para que o blog fique mais interessante! A participação de vcs, o público alvo é muito importante! Comente, envie sugestões de temas que gostaria que fossem abordados no blog, enfim, dê a SUA contribuição! Obrigada!

sábado, 26 de maio de 2012

Pq algumas mulheres se sentem obrigadas a transar/ se relacionar com homens?


Pois é,  ai está uma questão muito complexa.  Muitas garotas,  por mais que já tenham plena convicção de sua orientação  lésbica, muitas vezes sentem se condicionadas ou obrigadas  a se relacionar com homens, por varios motivos: pressões sociais, da familia, tentativas de esconder  ou até mesmo reverter sua condição homo, levam-nas a manter uma vida dupla.  Algumas tem uma relação rapida,  apenas para engravidar por falta de opção ou condições de serem inseminadas, preferencia pessoal pelo metodo “convencional” ,  outras simplesmente por achar  que, tem q provar q não são bi nem hetero, pra constatar algo que já sabem, ou mesmo por  achar que devem experimentar dos dois tipos de experiência, mesmo já tendo sido resolvido em sua cabeça sua orientação definitiva !!  O fato é que sempre existe , ou parece existir uma pressão externa ou interna para que isso aconteça.  Digo isso pq a grande maioria das gurias, antes de se definir já se relacionaram com homens, seja um casamento, namoro, ficadas isoladas ou relações sexuais também isoladas.  A mulher nasceu condicionada pra ter uma relação com o  sexo oposto, esperar pelo “ principe encantado”, servir o futuro marido e viver uma vida meio  submissa, e com a idéia de que "porca e parafuso se encaixam", e ainda há a idéia de que "todo mundo já nasce meio bi", então,  mesmo que dentro de vc se sabe que vc não irá corresponder esse papel por ter uma orientação diferente (desde pequenos, os homossexuais dão sinais de que estão fora dos papeis do sexo biológico por meio de atitudes e brincadeiras, por isso a confusão em achar que queriam ter nascido com o sexo oposto) devido a pressões, a menina acaba procurando, antes de se assumir em definitivo um relacionamento hetero, até que sua essencia se manifeste de vez, mas dai surgem os conflitos, pq sua essencia vai de encontro a esse condicionamento, dai a “necessidade”  ou suposta “obrigação”de provar do que não gosta ou não é sua preferencia, nem que seja pra agradar as pessoas, provar algo,  ou “cumprir” um tipo de ”etapa”.  Algumas, mesmo depois de se descobrir lésbicas, quando o fazem não sentem nada, mesmo se antes curtiam um pouco (é o q vejo muito  acontecer).   Fazer algo por obrigação ou só pra calar a boca da galera não  é interessante e menos ainda vc é obrigada a ir pra cama com um cara pra provar q é lesbica (digo isso pq tem gente q insiste q a pessoa tem q provar, mas dá pra saber bem antes), mas é importante que ela tenha consciencia dos motivos que a levam  a isso. Ela não deve satisfações a ninguém, e o uso que faz  de seu corpo pertence somente a mulher!! Se sente que está sendo violada se relacionando com um homem, não o faça, pois pode gerar arrependimentos!  Se o faz para ter um filho, procure uma pessoa de confiança, exponha claramente seus motivos e obrigue o cara a fazer exames (bom, eu faria isso, sim, pq ng engravida com uma camisinha no meio do caminho) !!  Se for por iniciativa propria, previna-se! Se vc é do tipo que sempre foi lésbica, mas quer faze-lo (é, existem POUQUÍSSIMOS casos, mas sim, existem, é mais fácil acontecer  o contrario!), no máximo poderá descobrir-se bi, ou então perceber que é mesmo uma lésbica. Se é apenas uma curiosidade, mesmo sabendo que gosta de mulheres, faça-o somente se tiver certeza de que quer fazer isso, para não sofrer, nem ficar confusa depois, e se caso se sinta muito mal, não repita tal experiencia.  O importante é estar bem consigo mesma e nunca fazer nada por pressões ou se não estiver preparada.   

O feminismo


Símbolo do movimento feminista 



 Feminismo é um movimento social, filosófico e político que tem como meta direitos equânimes (iguais) e uma vivência humana liberta de padrões opressores baseados em normas de gênero. Envolve diversos movimentos, teorias e filosofias advogando pela igualdade para homens e mulheres e a campanha pelos direitos das mulheres e seus interesses. O feminismo alterou principalmente as perspectivas predominantes em diversas áreas da sociedade ocidental, que vão da cultura ao direito. As ativistas femininas fizeram campanhas pelos direitos legais das mulheres (direitos de contrato, direitos de propriedade, direitos ao voto), pelo direito da mulher à sua autonomia e à integridade de seu corpo, pelos direitos ao aborto e pelos direitos reprodutivos (incluindo o acesso à contracepção e a cuidados pré-natais de qualidade), pela proteção de mulheres e garotas contra a violência doméstica, o assédio sexual e o estupro pelos direitos trabalhistas, incluindo a licença-maternidade e salários iguais, e todas as outras formas de discriminação.

Feministas e acadêmicos dividiram a história do movimento em três "ondas". A primeira onda se refere principalmente ao sufrágio feminino, movimentos do século XIX e início do XX preocupados principalmente com o direito da mulher ao voto. A segunda onda se refere às ideias e ações associadas com os movimentos de liberação feminina iniciados na década de 1960, que lutavam pela igualdade legal e social para as mulheres. A terceira onda seria uma continuação - e, segundo alguns autores, uma reação às suas falhas - da segunda onda, iniciada na década de 1990. (consultar o artigo no  wikipédia por completo).



O feminismo hoje



Muitas feministas acreditam que a discriminação contra mulheres ainda existe tanto em países subdesenvolvidos quanto em países desenvolvidos. O quanto de discriminação e a dimensão do problema são questões abertas.
Existem muitas ideias no movimento a respeito da severidade dos problemas atuais, a essência e como enfrentá-los. Em posições extremas encontram-se certas feministas radicais que argumentam que o mundo poderia ser muito melhor se houvesse poucos homens. Algumas feministas afastam-se das correntes principais do movimento, como Camille Paglia; se afirmam feministas mas acusam o feminismo de ser, por vezes, uma forma de preconceito contra o homem. (Há um grande número de feministas que questiona o rótulo "feminista", aplicado a essas dissidentes.)
Muitas feministas, no entanto, também questionam o uso da palavra "feminismo" para se referir a atitudes que propagam a violência contra qualquer género ou para grupos que não reconhecem uma igualdade entre os sexos. Algumas feministas dizem que o feminismo pode ser apenas uma visão da "mulher como povo". Posições que se baseiam na separação dos sexos são consideradas, para esses grupos, sexistas ao invés de feministas.
Há feministas que fazem questão de assumir diferenças entre os sexos — ao contrário da corrente principal que sugere que homem e mulher são iguais. A ciência moderna não tem um parecer claro sobre a extensão das diferenças entre homem e mulher, além dos aspectos físicos (anatómicos, genéticos, hormonais). Essas feministas sustentam que, embora os sexos sejam diferentes, nenhuma diferença deve servir de base à discriminação.
O debate sobre questões feministas no Ocidente não deve, no entanto, distrair o movimento feminista de seu principal objectivo no século XXI: promover maiores direitos para as mulheres nas sociedades do Oriente.


Estatísticas mundiais


Apesar dos avanços feitos pelas mulheres no que respeita à igualdade no mundo ocidental, há um longo caminho a percorrer para se chegar à igualdade, de acordo com as seguintes estatísticas:
  • As mulheres detêm apenas 1% da riqueza mundial, e ganham 10% das receitas mundiais, apesar de constituirem 49% da população.
  • Quando se considera a criação dos filhos e o trabalho doméstico, as mulheres trabalham mais do que os homens, quer no mundo industrializado, quer no mundo subdesenvolvido (20% a mais no mundo industrializado, 30% no resto do mundo).
  • As mulheres estão sub-representadas em todos os corpos legislativos mundiais. Em 1985 a Finlândia detinha a maior percentagem de mulheres na legislatura nacional, com aproximadamente 32% (cf. NORRIS, P.. Women's Legislative Participation in Western Europe, West European Politics). Atualmente, a Suécia tem o maior número, com 42%. A média mundial é apenas 9%.
  • Em média, mundialmente, as mulheres ganham 30% menos do que os homens, mesmo quando têm o mesmo emprego.

Dia Internacional da Mulher

O Dia Internacional da Mulher é celebrado a 8 de Março de todos os anos. É um dia comemorativo para a celebração dos feitos econômicos, políticos e sociais alcançados pela mulher. De entre outros eventos históricos relevantes, há a lembrança do marcante incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist (Nova Iorque, 1911) em que 140 mulheres perderam a vida.

ia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher

O Dia Internacional de Combate a Violência contra a Mulher é celebrado em 25 de Novembro, decidido pelo Primeiro Encontro Feminista da latino-americano e do Caribe em 1981, e oficialmente adotado pela ONU em 1999. A data marca o brutal assassinato das revolucionárias Irmãs Mirabal a mando do então, ditador da República Dominicana, Rafael Trujillo, em 25 de novembro de 1961.


Movimentos feministas e suas formas de lutas

O movimento feminista vem se organizando e atuando em diferentes frentes de luta e em diferentes formas, tendo como consequência uma diversidade de vertentes que variaram ao longo da história e do contexto social: por meio da igualdade, da diferença e da separação, há porém, no feminismo um compromisso comum de por fim a dominação masculina e à estrutura patriarcal. As diferenças situam-se na identidade, no adversário, quais os focos de luta bem como as metas as quais se quer alcançar, as divergências vão da análise das raízes do patriarcalismo, a possibilidade de combater, de reformar o estado patriarcal e/ou capitalismo patriarcal, a heterossexualidade patriarcal ou ainda a dominação cultural.
O feminismo liberal e socialista tem a identidade nas mulheres como seres humanos e toma como adversário o Estado patriarcal e/ou capitalismo patriarcal, tem como meta direitos iguais, inclusive direito de ter filhos ou não. Concentrou seus esforços na obtenão de direitos iguais para homens e mulheres em todas as esferas da vida social, econômica e institucional.
As feministas radicais tiveram origem a partir daquelas mulheres que começaram a se organizar em oposição às contínuas discriminações que sofriam nas organizações de esquerda das quais participavam. Identificavam nos homens os agentes da opressão, tomando as outras formas de opressão como extensão da supremacia masculina. Concentravam seus esforços na conscientização e para tanto, organizavam grupos exclusivamente femininos.
O feminismo cultural tem a identidade na comunidade feminina, seus adversários são as instituições e os valores patriarcais, tem como meta a autonomia cultural.
O feminismo essencialista (espiritualismo, ecofeminismo) tem como identidade o modo feminino de ser, acreditam numa essência única feminina e tem como adversário o modo masculino de ser, tem como meta a liberdade matriarcal.
O feminismo lesbiano tem como identidade a irmandade sexual/cultural, como adversário a heterossexualidade patriarcal e como meta a abolição do gênero pelo separatismo.
Além dessas formas, há as identidades femininas específicas étnicas, nacionais, autodefinidas, estas tem identidade autoconstruídas por exemplo: feminista lésbica negra, tem como adversário a dominação cultural e como meta o multiculturalismo destituído de gênero.
Há ainda o feminismo pragmático (operárias, autodefesa da comunidade, maternidade etc.) que tem como identidade donas de casa, mulheres exploradas/agredidas e tem como adversário o capitalismo patriarcal e como meta a sobrevivência/dignidade.
Com a oposição de movimentações antifeministas, as diferenças entre feministas radicais e liberais foram cada vez mais ficando a margem, o que possibilitou a a aproximação entre essas correntes uma vez que seria necessária a união de forças para sustentar o movimento. Há também outro elemento a ser considerado ao se fazer a diferenciação das formas do feminismo que é o da geração, fator este que já não está relacionado à divisão entre radicais e liberais, mas ao maior grau de importância conquistado pelo lesbianismo, a importância dada a expressão sexual, e uma maior abertura para cooperar com os movimentos sociais masculinos, caracteristícas das gerações mais recentes.
Alguns tipos de organizações feministas podem ser encontrados:
- Organizações nacionais, cuja principal exigência são os direitos iguais - Organizações prestadoras de serviços diretos (redes de grupos locais) - Organizações de defesa da mulher - especialistas
A partir da década de 60, uma década após Simone de Beauvoir ter escrito o livro Le Deuxième Sexe (O segundo sexo), aonde denúncia as raízes culturais e sociais da desigualdade sexual, as teorias feministas já passam a uma necessidade de compreensão do universo no qual a mulher está inserida a partir da construção social da condição. Incorporam, portanto outras frentes de luta, e começam a forjar o conceito de gênero e da hierarquia mascarada pela diferenciação de papéis.
Um movimento que tem origens no feminismo radical é o feminismo descontrutivista, que acredita ser o sexo (tanto no sentido biológico quanto social) uma construção social, que deve ser rejeitada enquanto unidade de classificação. Para esse tipo de feminismo, o paradigma de dois sexos deve ser substiuído por outro, que considere diversas sexualidades.
Embora muitas líderes do feminismo tenham sido mulheres, nem todas as pessoas adeptas do feminismo são mulheres e nem todas as mulheres são feministas. Um dos pontos de divergência no interior do movimento é a participação ou não de homens no movimento feminista.
O feminismo encontra bastante limitação fora do ocidente, onde esteve restrito durante o século XX. Os movimentos feministas esperam que as ações e conquistas ganhem espaço em todo o mundo durante o século XXI.
Essa fragmentação e multiplicidade de identidades feministas, não se refere necessariamente a uma fraqueza, mas sim a uma força, já que encontramos sociedades caracterizadas por diversos conflitos sociais e lutas pelo poder, demandando diferentes formas de aliança e de autodefinição das identidades. Não há, portanto, um movimento único feminista, mas muitas identidades diferentes e autônomas, alcançando micropoderes, baseados nas experiências adquiridas pela vida. Estas experiências são tão diferentes que denunciam a multiplicidade de identidades femininas e o multiculturalismo que não podem ser negligenciados ou ser uma única forma imposta pelo patriarcalismo.

Relações com outros movimentos

O movimento feminista se relaciona com outros movimentos sociais na medida em que as questões ligadas a condição da mulher acabam por se interligar com questões de opressão como de classe, raça e sexual. Em alguns momentos da história, essa abetura não existe, principalmente pela necessidade de uma auto-afirmação das mulheres enquanto grupo organizado e autônomo. Porém, com as gerações que se seguem, novas condições vão sendo colocadas para os movimentos abrindo novas possibilidades de organização e de solidariedade entre movimentos de focos diferentes. Sobreposições de opressões como, por exemplo, a mulher negra, a mulher lésbica, a mulher pobre incentivam não só as frentes específicas dentro do feminismo, mas o coloca ao lado de outros movimentos que se colocam igualmente contra qualquer tipo de discriminação.
A maioria dos grupos feministas adopta uma visão holística quanto à política — o que concordaria com a frase de Martin Luther King, "Uma injustiça em algum lugar é uma injustiça em todo lugar". Principalmente nos Estados Unidos, onde a segregação racial é clara, alguns feministas costumam apoiar outros movimentos como o movimentos dos direitos civis e o movimento dos direitos homossexuais. Muitas feministas negras participam também do movimento negro, e criticam o feminismo por ser ele dominado por mulheres brancas; argumentam que os problemas enfrentados pela mulher negra são ainda piores em razão do preconceito racial somado ao preconceito de género. Essa ideia é a chave do feminismo pós-colonial. Muitas mulheres negras dos Estados Unidos preferem o termo womanism (algo como mulherismo) em detrimento do tradicional feminism.
Certas feministas rechaçam as mulheres transexuais, porque questionam a distinção entre homem e mulher. Mulheres transexuais são algumas vezes excluídas de reuniões exclusivas à mulheres e eventos feministas, e são rejeitadas por determinadas feministas que dizem que ninguém que nasceu homem poderá realmente entender a opressão que a mulher enfrenta. Por outro lado, as mulheres transexuais argumentam que somente uma visão estereotipada da transexualidade poderia clamar que estas pessoas representam construções tradicionais do "ser homem" e do "ser mulher"; que enfrentam discriminação semelhante às mulheres biológicas, e inclusive lutam a respeito de direitos legais que não lhes são assegurados; que não é a genitália o que torna uma pessoa mulher; que uma vez que realmente são mulheres, cabe a elas por direito o reconhecimento das lutas como lutas feministas; e que a discriminação que sofrem não é nada mais do que outra face do patriarcalismo e uma clara expressão de transfobia e misoginia (veja também: transfeminismo).





As Riot Grrrls! 
















Riot grrrl (ou riot girl) é um movimento abrangindo fanzines, festivais e bandas de hardcore punk rock e feminismo. A intenção do movimento é informar a mulher de seus direitos e incentiva-las a reivindica-los. Uma das principais formas além de protestos foi o uso da música. A carreira músical feminina se resumia apenas como vocalistas, ou qualquer função em bandas de músicas leves, mesmo assim mal vistas. O principal ponto foi montar bandas de rock, com instrumentos pesados como baixo e guitarra com muitos efeitos e distorção, estilo e instrumentos inicialmente considerado como masculinos.
Incentivando cada vez mais as mulheres a montarem suas bandas, criar fanzines feministas, e assim expressar suas opiniões e vontades. O gênero musical riot grrrls apareceu na década de 90 como resposta as atitudes machistas punks.
As bandas Bikini Kill e Bratmobile são consideradas duas bandas que incentivam o movimento.

Cena Riot Grrrl no Brasil

No Brasil a banda de maior destaque é a banda de hardcore feminista Dominatrix, liderada pela vocalista e guitarrista Elisa Gargiulo. A banda surgiu em 1995 e ainda está na ativa, fazendo shows e realizando verdadeiros debates sobre as diversas causas femininas e o direito das minorias e grupos marginalizados.
Há bandas como o extinto Bulimia, Biggs, Pulso, entre outras (acredito que Menstruação Anarquika também faça parte deste time) ,que também abrangem outros assuntos além do feminismo, como a banda Suffragettes, que defendem além do feminismo, também o vegetarianismo, a filosofia straight-edge, a preservação ambiental, dentre outros assuntos, cada vez mais crescentes nas cenas undergrounds.


Para ver os links das principais  bandas de riot grrrls no Brasil e no mundo a fora, ver o link do wikipédia:


Um filme lésbico que mostra um pouco da ideologia anarquista e exagerada das riot grrrls é "Itty Bitty Titty Committee", que defende que colocar silicones só enriquece e favorece uma industria machista e que as garotas devem se aceitar fisicamente como elas são. 

Flexibilidade na sexualidade feminina

Encontrei este artigo no site Rede Lésbica, e achei interessante compartilhar  com vcs. É sobre mulheres que teriam "virado" homossexuais. Mas será que  elas já teriam alguma tendencia, descobriram ou realmente viraram lésbicas? Eis a questão.

 

Pesquisa procura entender o que ocorre com mulheres que deixam de ser heterossexuais

Terça-feira, Agosto 24 

Um estudo da Universidade do Sul, de Connecticut, nos Estados Unidos, sugere que muitas mulheres que deixam casamentos heterossexuais apenas mudaram sua orientação sexual no meio de suas vidas. A pesquisadora Christan Moran, que entrevistou 200 mulheres, acredita que isso prova que a orientação sexual, pelo menos no caso feminino, é mais fluida do que se pensava.

Ela afirma que muitas mulheres que mudam de orientação sexual após uma certa idade ou com o final de um casamento são erroneamente julgadas como se apenas neste estágio de vida estivessem saindo do armário ou de terem reprimido seus desejos por tanto tempo. Christan acredita que elas passam realmente de uma identidade heterossexual para uma identidade lésbica total.



No site Dykerama há mais desta mesma notícia, só que abordada com palavras diferentes.


"Segundo a pesquisadora, muitas mulheres que assumiram sua homossexualidade na meia-idade ou após terminarem um casamento reprimiram seus desejos durante grande parte da vida.

Em outro estudo, Lisa Diamond, professora de psicologia e estudos de gênero da Universidade de Utah, avaliou 100 mulheres que declararam ter certa atração por pessoas do mesmo sexo nos últimos 10 anos.

No começo, a maioria das mulheres se via como lésbicas ou bissexuais, outras preferiram não rotular sua sexualidade. Dez anos depois, 2/3 das entrevistadas mudaram o jeito pelo qual se classificavam – as bissexuais agora se definiam lésbicas e as que se diziam lésbicas se identificaram como heterossexuais.

Um exemplo entre as celebridades é a atriz Portia de Rossi, que se separou do marido em 1998 e hoje é casada com a apresentadora Ellen DeGeneres."



Minha opinião e conclusão:  Eu acho que em algum momento da vida várias ou quase todas as mulheres sentem vontade de experimentar um beijo ou até mesmo um relacionamento com outra(s) mulher(es), e na maioria dos casos acabam se descobrindo bissexuais ou lésbicas. Acredito que já existia alguma tendência ou curiosidade, independente de alguma influência externa. Entre os homens dificilmente vemos algum dizendo "quero saber como é beijar um homem", são mais preconceituosos quanto a isso, e mesmo que haja vontade a reprimem por medo do que os amigos irão pensar. Mas o q mais vejo por ai, é q se um homem é hetero, ele é porque nasceu assim e não pensa em se relacionar com outros homens, ao passo que se ele for gay, certamente já haviam grandes indícios em sua infância, e ele provavelmente será gay para o resto da vida! Já entre as mulheres, na boa, acho muito mais facil uma suposta hetero ser convertida a bi ou lésbica de uma  vez do que uma que sempre se disse lésbica virar hetero!!! Pelo menos na comunidade M.U.S.A.S., algumas  definiram  sua descoberta por etapas: "hetero-curiosa-confusa-bi-lésbica"! Mas eu particularmente até acredito que em algum momento ela possa mudar sim sua orientação, senão, como se explica a guria afirmar que era hetero, dizer que NUNCA havia imaginado um beijo com outra mulher, depois que vai lá e faz, gosta e quer pra SEMPRE e diz que NUNCA MAIS  irá ficar com homens?   Por isso muitas dizem que "viraram" lésbicas! E até as lésbicas veteranas  e sempre convictas afirma que gostam de "convertê-las", então  de certa forma elas acreditam que em certos casos, pode haver sim uma mudança!  Em outros, uma mera coincidencia e outros já existia uma forte predisposição! Cada caso tem sua particularidade, mas o importante é que a guria se sinta feliz em uma relação com outra mulher, se assim lhe melhor satisfaz! 


PS- Postagem de numero 100 no blog!!! Yupiiiii !

sexta-feira, 25 de maio de 2012

O verdadeiro sentido da parada gay....


Ok, já estamos caminhando para a 16ª edição,  ainda interessante, mas cada vez mais cheia, cada vez mais bagunçada! De uns tempos pra cá, e isso já não é de hoje, muitas pessoas do nosso meio comentam: “po, mas a parada gay já perdeu o sentido faz tempo!!” na minha opinião,  acabou meio que se tornando uma grande micareta GLS, um oba oba,  tumulto, pegação, gente enchendo a cara, passando mal, desmaiando, vomitando, se drogando e até mesmo transando as escondidas! Dessa forma, sinto-lhes dizer,  mas não vão conseguir respeito e e nem reivindicar direito algum! Isso eu digo pra essa parcela de arruaceiros, o que faz com que a sociedade ja continue olhando nos  torto  e arrumando mais motivos e justificativas para espalhar  e reforçar o preconceito! Por outro lado, contudo, os heteros também contribuem para a fama ruim, invadindo o espaço das meninas, agarrando-as, e algumas cedem! Na minha opinião, não que a parada não possa ser sinonimo de diversão, mas acho que não dá pra confundir liberdade de expressão com libertinagem!  Acho que tem mais é q ir com  seu parceiro ou parceira, beijar, abraçar, mas tudo com respeito, moderação. Eu penso que a parada deveria ficar mais para a parte lúdica e também de visibilidade. A parte mais politica deveria ser feita por meio de palestras (com distribuição de panfletos informativos e  e bem explicativos com ilustrações discretas), filmes, teatros, algo mais cultural, isso sim com certeza prenderia muito mais a atenção dos interessados, evitaria violência, dispersão e distorção do sentido da parada, quando se foca TODA a visibilidade em um só dia de evento, pq dia de visibilidade gay deveria ser TODOS OS DIAS!  estamos ai pra ficar, estamos em todos os lugares,   e ser gay, lésbica ou bissexual faz parte da vida.  
  E você?  Como vc pensa que poderia colaborar e como deveira ser um evento q realmente traga nossa visibilidade sem virar mais um carnaval e perder o  propósito, como muitos acham q perdeu?  

Invasões heteros em locais GLBT, isso é justo?


Na boa, se tem  algo que me deixa realmente indignada é a hipocrisia da sociedade!  Explicação:  vamos direto aos fatos, se vc q é homossexual ou homoafetivo  (prefiro este termo) vai com seu namorado ou namorada em um local que predomina o meio hetero, pronto, lá vão olhares de desaprovação!!! Tipo,  ou então experimenta  ir sozinho ou sozinha e se vc der umas olhadas, nossa Senhora!!! Se for um homem, vai quebrar  todos os dentes da boca do gay, afirmando q não é viado. Se for uma hetero vai dizer q nojo de sapatão!   Se vcs trocarem caricias ali, vem um puto de um segurança dizer: “aqui não é o lugar adequado pra isso, vão pro meio de vcs!!” ok, mas dai chega a parada gay, tem as baladas GLS, e principalmente nas baladas lésbicas... dai CHOVE homens dando em cima das mulheres , e fica tudo bem!!! E mulheres pegando homens ali e ninguém fala nada.. eu lhes pergunto, isso é justo??? Por qu quando se trata de um homoafetivo é invasão, é desespeito, é depravação, mas agora, se  vem  de um hetero, dai ta tudo “normal”????  se a parada foi uma ZONA, a culpa foi  (sempre é)  dos gays q  tavam transando as escondidas, debaixo da bandeira, jogando camisinhas usadas por ae, mas não e nunca de homens q desrespeitam as mulheres, que deixam claro q estão la com suas namoradas, e eles com ideia de converte-las... isso não é falta de respeito????   Me pergunto, se há tantas baladas apropriadas para o seu meio hetero, então o que os faz vir procurar mulheres nas baçadas lésbicas e na parada? A troco de que? Causar?? Gerar tumulto?? Provocação???  


Homofobia x heterofobia

Uma coisa puxa a outra não é, minha gente?? Enfim, todos nós sabemos que  as pessoas que começaram  com o preconceito homofobico, então como uma especie de revide,  os  gays passaram a evitar locais heteros, justamente por não se sentirem a vontade perante certos olhares de intolerancia e ódio. Sentem-se no direito também de não querer a presença de hetero onde estiverem, por que não?  A menos que sejam grandes amigos simpatizantes!  Acho uma puta sacanagem vir dizer q quer respeito se sequer conseguem respeitar!  O gay ou a lésbica que por ventiura estiver nesse local não queria nada mais do que se divertir com  sua namorada ou namorado e ficar numa boa! Ninguém tem o direito de agredir, coagir ou convidar a se retirar de um local, só por uma simples troca de  caricias em publico, se realmente não houver violação de privacidade de ninguém!   Eu acho que não precisaria haver segregação de absolutamente NADA se houvesse harmonia entre os dois lados! Se houvesse mais tolerancia não haveria   o cada um no seu quadrado, acho que deveriam haver mais locais alternativos, para r todos, tipo a Trash 80’s, onde rola de tudo  um pouco, e todos convivem em paz, estamos todos  la pra dançar e curtir o momento com quem gostamos, acho que pouco deveria importar quem eu beijo na boca de lingua, quem eu abraço ou vou levar pra minha cama! Embora eu aidna prefira os locais  GLBT por gosto e conforto pessoal, proporia um local alternativo, eu diria mais locais pra ambientes para os dois lados, assim  haveriam mais opções ambos, sem esse incomodo mal estar. Enquanto isso, ficamos todos cada um com seu cada um, e ficamos (ou tentamos ficar) todos felizes! 

quinta-feira, 17 de maio de 2012

17 de Maio: Dia Internacional da luta contra a Homofobia!


Unidos contra a homofobia

Na data que marca o dia internacional de luta contra a homolesbotransfobia, Departamento reafirma compromisso com a causa

O Dia Internacional de Luta contra a Homofobia (17 de maio) é uma data ímpar para dar visibilidade a um segmento historicamente desconsiderado, que permanece à margem dos serviços públicos, especialmente os de saúde: a população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros). O tema é prioritário. O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde tem atuado fortemente na indução de políticas vinculadas às questões de direitos humanos, porque acredita que essas ações reduzem o preconceito e promovem a equidade.
Entre as iniciativas priorizadas nos últimos anos, estão a implementação do Plano Integrado de Enfrentamento da Feminização da Aids e outras DST, com ações voltadas para lésbicas, transexuais e mulheres bissexuais; e do Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e das DST entre Gays, HSH e travestis. Essas ações estão amplamente disseminadas no Brasil. Foram lançadas campanhas publicitárias dirigidas ao público LGBT, estratégias que promovem a inserção social, a imagem positiva e a disseminação do conhecimento sobre as formas de prevenção da aids e de outras doenças sexualmente transmissíveis.
Mas apesar dos avanços, ainda há desafios. E o principal deles, para o Departamento, é o acolhimento dessa população nos serviços de saúde. O reconhecimento do nome social no Sistema Único de Saúde (SUS), desde 2008, foi um grande passo nessa direção. Agora, é necessário ir além, desenvolvendo ações para que os profissionais estejam, cada dia mais, cientes do dever de tratar bem a todos, independente da orientação sexual.
Alicerçada na promoção dos direitos humanos, a homofobia deve ser caracterizada como crime, passível de punição.
Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
Secretaria de Vigilância em Saúde
Ministério da Saúde

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Vivendo uma dualidade de sentimentos


Nossa  meu, já reparei que ente lésbicas acontece MUITO isso, mas muito mesmo!  Cada dia percebo mais gente ao meu redor que namora uma guria, mas ainda pensa em outra!  Sabe aquela sensação assim, vc terminou um relacionamento, sente que ainda ama sua ex, ou alguma garota por quem esteve apaixonada anteriormente, mas não rolou,   mas sente também que  já está se apaixonando de novo por outra?  E ai fica aquela coisa e varias indagações, po, eu amo a fulana, mas será que gosto de sicrana?  As lembranças da anterior ficam e vc ainda a vê em tudo, dependendo da guria que vc de repente começar a namorar,  ficará  com medo de expor isso a ela, ou mesmo de ela perceber algo. Conselho: seja sincera com ela sobre seus sentimentos, diga que ainda gosta da outra, mas que isso não precisa  interferir   diretamente no  seu relacionamento com ela. Mas  tenha ciencia de uma coisa: ninguém esquece ninguém,   se realmene AMA. Vc pode apenas deixar o sentimento adormecido ou lembrar dela longe da sua namorada. Bom, eu particularmente não encaro  isso como traição, afinal vc não está ficando com ela, né, mesmo ela ainda estando  em seu  coração.  É totalmente possivel sentir as duas coisas, pois aprendi que os sentimentos humanos são bastante ‘elásticos’, e o coração é suficientemente grande para armazenar sentimentos diferentes em intensidades distintas por qualquer pessoa.    Não vou mentir, isso acontece comigo ainda, to namorando, mas ela sabe que eu ainda penso em uma guria por quem me apaixonei ano passado (2011). As vezes quero desabafar com ela,  e agora me sinto mais avontade pra isso, pq eu sei que ela também amava a ex dela, talvez por causa do nosso relacionamento isso tenha sido minimizado, mas vai saber né? Eu não me incomodo, não iria exigir dela que a esquecesse se vivo isso, e sinceramente,  nem   tenho vontade de pedir isso a ela.  Mas me uconselho pra essa situação é esse, diga a ela o q sente, e assim, vai curtindo seu relacionamento, sem perder o foco nele, mas ainda assim, se as lembranças  vierem, deixe-as vir, não segure isso dentro de si, é bom lembrar de laguém que vc gosta ou ama! Se seu namoro está indo bem, deixe-o seguir, afinal vc não precisa começar um novo namoro necessariamente já amando esta pessoa, o que é empiricamente impossivel, uma vez que vc tem o amor no coração por outra, mas começar gostando um pouco dela e desde que ela te faça bem, tá valendo!  Acho totalmente possivel conseguir administrar esses dois tipos de sentimento.  Se algum dia vc voltar a ver seu objeto de amor, deixe fluir também, o miportante é saber aproveitar bem os momentos., sem perder chances de acrescentar novas experiencias e algo bom em nossas vidas que certamente nos fará pessoas melhores e mais realizadas.